sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Todos contra um
Orkut, MySpace, LinkedIn, hi5, Flixster, slide, iLike e Ning se uniram para quebrar a hegemonia do Facebook. Como? Todos planejam adotar a “nova” tecnologia OpenSocial, anunciada oficialmente ontem pelo Google. A plataforma permite que programadores externos criem “widgets” a serem usados nas páginas do Orkut e de outras redes sociais que aderirem ao programa. (Sim, trata-se de mais uma forma de trabalhar de graça para o Google.)
A novidade só não é maior porque o Facebook já faz isso desde maio deste ano. A diferença é que o Google permitirá que outras redes sociais se utilizem da mesma plataforma para criação de widgets.
Já tem até um Google Blog para falar do desenvolvimento da API do OpenSocial. E a documentação já está disponível no Google Code. Programadores interessados em criar aplicativos para o Orkut podem se inscrever aqui. Curiosos também podem acompanhar alguns exemplos.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Trabalhar de graça para o Google
Com a nova versão do Google Tradutor, passamos a contar com mais uma opção para trabalhar de graça para o Google.
Essa versão foi totalmente desenvolvida pelo próprio Google. Mas o destaque fica por conta da opção "Sugira uma tradução melhor", que aparece logo abaixo de uma tradução efetuada pelo site. Dessa forma, o Google passa a se aproveitar da colaboração de anônimos para tentar aprimorar sua ferramenta de tradução. É nessa parte que passamos a "trabalhar" de graça para o Google.
Esse é também o mesmo princípio que rege o Google Image Labeler, um joguinho (?) no qual as pessoas ajudam o Google a "etiquetar" ("taguear"?) as imagens do Google Imagens.
Dentre as novidades do Google Tradutor, tem até o bizarro complexo sistema de Pesquisa Traduzida:
"Como funciona a pesquisa?
1. Procure por energia solar, de português para inglês.
2. Nós traduzimos sua pesquisa para "solar power" e exibimos as páginas resultantes em inglês.
3. Por fim, traduzimos as páginas resultantes em inglês de volta para o português."
Marcadores: google
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Número de assinantes do feed
Quer saber o total de pessoas que assinam um determinado feed pelo Google [leia-se Google Reader + iGoogle + Orkut]? Uma maneira óbvia de saber o total é através das estatísticas do FeedBurner. Mas isso vai depender de o feed ser do FeedBurner. Para consultar os índices de outros feeds, ou então para comparar o que diz o FeedBurner - que usa um cálculo aproximativo para determinar o total de feeds - com o total real de assinantes do feed (incluindo os inativos), basta procurar pelo nome do blog no campo "Add subscription" do Google Reader. O resultado irá mostrar o número de assinaturas via Google para o blog pesquisado.
Não consegui encontrar o índice para o meu próprio blog [okay, tenho acesso a essa informação via FeedBurner]. Mas não deixa de ser interessante poder saber quantos assinantes possuem os demais blogs que acompanho.
Via eCuaderno.
Marcadores: google
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Pára-quedismo em ação
Esses dias, durante uma aula no laboratório de informática, notei que uma colega estava fazendo sucessivas buscas no Google, ao invés de realizar a tarefa proposta. Lá pelas tantas, olho para o lado e percebo que ela está lendo este blog (reconheci imediatamente pelos toscos risquinhos azuis à direita; nota mental: já está na hora de providenciar um novo layout para o blog).
Perguntei à colega o que ela estava fazendo ali (também conhecido como "aqui"). Ela olhou para o endereço. Olhou para o nome na parte inferior do post. Olhou para mim. Olhou para a tela. E fez uma gigantesca cara de interrogação. O motivo: a colega tinha chegado ao blog pelo Google, a partir de uma busca por um livro. E estava lá, empolgada, lendo a resenha, sem nem ao menos se dar ao trabalho de conferir quem tinha colocado aquela informação na Internet... Se eu não tivesse olhado para o lado, talvez ela nem teria se dado conta de que o texto que tinha encontrado na web, na imensa e longíqua web, tinha sido escrito por alguém que, naquele momento, estava exatamente ao seu lado...
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Então quer dizer que é assim que funciona com todos os demais pára-quedistas do Google? Para eles, nós, macacos, somos uma grande massa de anônimos na web? Importa mais a informação buscada do que o local onde ela se encontra?
Com toda essa confusão de globalização e pós-modernidade (modernidade líquida, hipermodernidade, ou qualquer outro termo feliz para designar os confusos tempos que estamos vivendo), é efetivamente possível que eu esteja lendo o blog do meu vizinho sem nem ao menos saber a) que é o meu vizinho ou, pior, b) quem é o meu vizinho? Essa perspectiva assusta...
Marcadores: google, querido diário
sábado, 6 de outubro de 2007
Perguntas e respostas
Uma homenagem aos pára-quedistas do Google de hoje
é melhor aprender francês ou alemão?
aprenda francês youtube
onde achar livros em audio
dowload "100 anos de solidão"
diferença entre cessão de crédito e cessão de débito
purgar mora
exemplo de dação em pagamento
entediante
"tragedia de antigona"
antigona ismenia
"tragedia de antigona"
qual o caminho que deve ser seguido e mudar a realidade a africa nao e uma selva
pais mauritânia e como se veste
Houve uma denuncia contra o seu profille alegando usar dados ilegais e sua conta será banida em 72h por motivos de irregularidade.
se naum repassar (correntes)
postar no twitter pelo celular
frases de Alice no País das Maravilhas
Marcadores: google
domingo, 30 de setembro de 2007
A estranha lógica dos resultados no Google
Isso acontece todo ano. Ao invés de digitar telesena.com.br, as pessoas rendem-se à legítima preguiça e procuram pelo resultado parcial da telesena de primavera no Google. Como conseqüência, caem neste blog. (Maldita hora em que resolvi fazer uma analogia com telesenas...)
Alguém deveria pesquisar esse fenômeno da dependência pelo Google. Mesmo sabendo o endereço, as pessoas preferem procurar primeiro no Google. E, como os blogs estão tomando conta dos resultados, acabam caindo em postagens que não têm absolutamente nada a ver com o que pretendiam encontrar.
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Em tempo: caso você seja um pára-quedista do Google, é possível acompanhar o resultado parcial da Telesena de primavera em www.telesena.com.br.
Marcadores: google
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Novidades sutis no Orkut e no Google Reader
Quer saber quando seus amigos atualizam seus perfis no Orkut sem ter que se dar ao trabalho de abrir página por página? Agora é possível! O recurso é meio Facebook, mas não deixa de ser interessante. O Google Reader também apareceu hoje com algumas mudanças sutis, como mostrar o total de feeds não lidos. Era menos assustador abrir e ver "100+" ao invés de "857" na quantidade de novos itens...
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Vídeos no Google News
Ainda dentro da perspectiva de tentar dominar o mundo mostrar todos os lados da notícia, o Google News passou a agregar também vídeos jornalísticos. A partir de ontem, as notícias agregradas são acompanhadas de vídeos youtubados sobre o mesmo fato. Em um primeiro momento, a opção é oferecida em três versões do Google (EUA, Reino Unido e Irlanda). Há vídeos de empresas como CBS e Reuters.
[momento parêntese]
Desde ontem, também, alguns vídeos do YouTube passaram a ser exibidos com anúncios publicitários. O sistema é interessante porque faz a publicidade dentro do vídeo, sem interferir muito na exibição – eles poderiam, por exemplo, ter sido chatos e 1.0 e optado por colocar um pré-anúncio obrigatório de curta duração antes de cada vídeo...
[/momento parêntese]
Primeiro foram os comentários. Agora os vídeos. Quanto tempo até o Google passar também a efetivamente produzir conteúdo jornalístico? Já até imagino um jornal online com notícias enxutas, no melhor estilo minimalista Google. Com todo o arsenal de que eles dispõem (Google Maps, YouTube, Google Mashups), daria para fazer notícias realmente muito interessantes.
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Em tempo: não sei até que ponto isso é novo, mas não tinha notado ainda... No Google News, é possível assinar feeds dos resultados das buscas por notícias. Por exemplo, um feed para todas as notícias de todos os jornais sobre o furacão Dean pode ser acessado neste endereço. Abre direto no Google Reader. E na parte superior da tela há a opção para assinar o feed. O interessante é que dá para criar um feed sobre qualquer assunto. Bem mais personalizável que um jornal online tradicional (que costuma oferecer feeds repartidos por editorias...).
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Comentários aos comentários no Google News
O LA Times decidiu falar mal da ferramenta de comentários do Google News. Para eles, o que o Google pretende fazer não é jornalismo. Não demorou muito para que viessem as críticas: para Robert Niles, do Online Journalism Review, tudo depende do ponto de vista: afinal, o jornalismo é definido pelo meio empregado (processo), ou pela finalidade a ser atingida (produto)?
Via Ponto Media.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Comentários no Google News
O Google News decidiu reinventar a pólvora lançou um novo serviço. Agora as pessoas diretamente envolvidas nas notícias agregadas pelo Google News podem enviar seus comentários sobre os fatos. A idéia é mostrar o ponto de vista da fonte logo abaixo da matéria publicada.
Até há um pouco de originalidade nisso tudo. É interessante poder ler não só a notícia como também a opinião das pessoas que presenciaram o fato. Tem até um quê de jornalismo cidadão nisso tudo, o que demonstra uma certa preocupação em aprimorar o conteúdo. Entretanto, o que não parece nada inovador é a forma como isso é feito. Para acrescentar seu comentário, a pessoa citada no texto como fonte deve enviar seu comentário por e-mail, indicando o link para a notícia que deseja comentar, além de ter de encontrar uma forma de provar sua identidade real. Aí uma equipe vai checar os fatos e publicar o comentário (super prático, não?). O comentário é publicado ao final do texto, abaixo da matéria, e separado de seu conteúdo – deixando bem claro que se trata de um comentário. Todos os comentários sobre uma determinada notícia ficam agrupados junto ao texto principal, mas separados deste. Isso não soa totalmente... século passado?
O que seria realmente inovador:
- Permitir que qualquer um comentasse (como nos blogs). E não por e-mail. (Mas sob o risco de fazer o que todo mundo já faz).
- Acrescentar os comentários das fontes junto às partes do texto que estão sendo comentadas.
- Fornecer uma forma mais prática para que os comentários sejam adicionados. (E-mail???)
Apesar de tudo, há, sim, uma grande inovação no novo serviço do Google News: ele permite que apenas as pessoas envolvidas se manifestem sobre o fato. Os demais sites que oferecem a possibilidade de comentários em notícias (no Brasil, por exemplo, no G1 e no IG) permitem que qualquer um fale qualquer coisa, o que leva a uma avalanche de comentários estapafúrdios.
Por enquanto, o serviço só funciona para os Estados Unidos. Neste link, é possível ver um exemplo da idéia posta em prática (essa tem os dois lados, mas nem todas as participações serão assim tão democráticas).
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Update 10/08/07 - esta notícia do G1 tem comentários ainda mais estapafúrdios. (Valeu, Gilberto)
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Google poderá ter que indenizar usuário do Orkut
Segundo esta notícia, houve uma decisão condenando o Google a pagar indenização a um usuário do Orkut que teve o perfil clonado. A decisão foi em primeira instância, o que significa que o Google ainda pode recorrer. Mas... em termos práticos, isso significa que, se alguém cria um perfil falso que ofenda um terceiro, ou crie 'comunidades' falando mal de alguém, a rede social onde tudo isso acontece pode ter a obrigação de indenizar. Em que mundo a gente vive?
Fazendo analogia com um blog, é como se alguém sofresse uma ofensa em post ou em comentário (respectiva e analogamente, em perfil de orkut ou em comunidades) pudesse culpar o proprietário da ferramenta que hospeda o serviço (Blogger, Wordpress, e coisas do tipo)???
Claro que a situação envolvendo o Orkut foi bastante peculiar, pois o juiz reconheceu que houve litigância de má fé por parte do Google. Litigância de má fé é o 'termo jurídico absurdo' utilizado quando umas das partes faz de tudo para atrasar o andamento do julgamento. No processo em questão, a Google Brasil afirmava o tempo todo que os dados do Orkut só poderiam ser acessados a partir da Google Inc., e que, portanto, seria preciso oficiar à sede norte-americana da empresa pra se obter alguma informação.
Outro fato interessante é que no processo foi reconhecida a natureza de consumo na relação entre o usuário lesado e a Google - o que justifica a aplicação de dispositivos do Código de Defesa do Consumidor, bem mais rígidos que o Código Civil brasileiro. A relação de consumo¹ foi identificada pois o Orkut possui anúncios, o que leva a ganhos indiretos por parte da empresa com a manutenção do cadastro do usuário (ainda não processei essa informação direito, mas, ao menos aparentemente, faz sentido).
Por isso tudo, estou achando que alegar que seria possível responsabilizar civil ou penalmente *apenas* quem pratica o ato pelas ofensas à honra praticadas contra terceiros ou por terceiros em comentários de blogs² é completamente insano. No mínimo, pelo Judiciário brasileiro, seria caso para responsabilidade do dono do blog (independente de quem praticasse o ato), ou então, por mais absurdo que possa parecer, a culpa recairia sobre a empresa que disponibiliza o serviço. Forçando a barra, daria para alegar uma espécie de co-responsablização entre a empresa e o dono do blog (ou entre o dono do blog e o terceiro que fez o comentário, dependendo do caso), seguindo o que diz a Lei de Imprensa (para isso, seria preciso ainda admitir que um blog é um veículo de imprensa!).
Entretanto, como o Direito se constrói basicamente por correntes de pensamento (há sempre os que defendem A, os que defendem B, e os que defendem um meio termo possível entre A e B), nada impede que se defenda tudo ao contrário do que diz atualmente a jurisprudência (tipo, vou me filiar à "corrente B da responsabilização em blogs" :P).
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¹ Não sei se sei fazer essa distinção, mas... há relação de consumo quando um fornecedor de um produto ou serviço o faz profissionalmente, como quando uma empresa que vende bicicletas oferece o produto a um potencial comprador. Entretanto, não seria relação de consumo se um colecionador de bicicletas decidisse vender um de seus exemplares para outra pessoa. Nesse caso, tanto vendedor quanto comprador seriam sujeitos com iguais condições sócio-econômicas (tipo, não há um lado teoricamente mais forte e um lado teoricamente mais fraco).
² O que eu pretendo fazer em um trabalho para a faculdade (que provavelmente nunca vai ser lido, diga-se de passagem).
Marcadores: direito, google, orkut
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Orkut 2.0
Dentro do fenômeno de pipocação de novas redes sociais, dois novos serviços estariam sendo gestados.
O primeiro vem do Google, que patrocinou um projeto de criação de uma página que integrasse várias ferramentas em um só local, ao mesmo tempo que permitisse interação entre os usuários. -- Mas, espera aí, o Google já não tem o Orkut?
O Yahoo também teria planos de lançar uma nova rede social (embora já tenha o 360°).
Resta saber se as pessoas terão tempo de conviver com tantas ferramentas de comunicação digital ao mesmo tempo.
terça-feira, 26 de junho de 2007
Caso Cicarelli
A princípio, o vídeo da Cicarelli poderá voltar para a Internet, ela não terá direito a indenização nenhuma, e ainda terá que arcar com as despesas do processo. Melhor sentença impossível. Ainda dá para recorrer da decisão.
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Google Jus

(montagem orgulhosamente feita com o Paint)
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Piada de 1° de abril
Everyone loves Gmail. But not everyone loves email, or the digital era. What ever happened to stamps, filing cabinets, and the mailman? Well, you asked for it, and it’s here. We’re bringing it back.
Eu não tive tempo de fazer piadas de primeiro de abril com ninguém ontem. Mas o Gmail conseguiu pregar uma peça com milhares. Quem entrasse no site para fazer o login ontem via uma página anunciando uma nova ferramenta para o programa de e-mails do Google: o Gmail Paper. Com ele, seria possível receber em casa cópias impressas das mensagens com apenas um clique. Mesmo quem desconfiasse que se tratasse de uma piada era levado a clicar em "Learn more about Gmail Paper", e chegaria em uma página que tem até mesmo fotos do produto e depoimentos de supostos usuários que teriam testado a versão beta do sistema. Pela descrição, o produto viria acomodado em caixas com anúncios de texto relevantes, não haveria limite de cópias, e eles imprimiriam apenas texto e fotos (não seria possível imprimir arquivos de áudio). Bela piada de primeiro de abril.
Marcadores: google
segunda-feira, 26 de março de 2007
And the Oscar goes to...
Saiu hoje a lista dos vencedores do YouTube Video Awards. Aparentemente, nenhuma grande surpresa. Destaque para a idéia do Free Hugs Campaign, vencedor da categoria vídeo mais inspirador. Dar abraços aleatórios para desconhecidos na rua não parece ser uma tarefa fácil.
Meu único voto foi para o Kiwi, que acabou vencendo na categoria de vídeo mais adorável. A lista completa dos vencedores pode ser vista no site.
Update -- acabei de assistir ao vídeo vencedor na categoria de melhor comédia. Okay, o vídeo é divertido. Mas... melhor vídeo de comédia de 2006? Tem certeza?
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terça-feira, 20 de março de 2007
YouTube Awards
Sabe aquele vídeo massa que você viu no YouTube no ano passado? Pois é, ele pode estar concorrendo ao prêmio de melhor vídeo do ano... O YouTube decidiu premiar os melhores vídeos disponibilizados em seu sistema. A escolha se dará por voto dos usuários do site. Os vídeos mais populares participam da disputa. As categorias são bem diferentes das tradicionais premiações cinematográficas: há prêmios para o vídeo mais criativo e para o mais inspirador, além das categorias melhor série, melhor comédia, melhor musical, melhor comentário, e vídeo mais adorável. A votação é feita por rounds. No dia 23 de março serão anunciados os vídeos que obtiveram a melhor classificação no cômputo geral de todas as etapas. Os vencedores serão anunciados no dia 26 de março. Serão 70 concorrentes, divididos em 7 categorias.
domingo, 11 de março de 2007
Um quase-google-bombing
1 - Entre no Google
2 - Digite “entediante” no campo de buscas. Sem aspas.
3 - Clique em “Estou com sorte”.
Voilà. E eu nem precisei fazer um google bomb para isso.
Pergunta prática: se eu quisesse alterar o conteúdo da postagem para algo feliz (tipo, associar a palavra da busca a alguma personalidade política), o resultado no Google permaneceria o mesmo? Eu poderia fazer um Google bombing ao contrário? :P
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
Do celular para o YouTube
Além de se poder enviar fotos diretamente do celular para o Flickr, também é possível enviar vídeos gravados na câmera do celular diretamente para o YouTube. As fotos para o Flickr são enviadas através de uma simples conexão com a web pelo celular. Para tanto, é preciso tirar a foto enquanto se está conectado. Já o vídeo a ser enviado pelo YouTube pode ser preparado e editado com antecedência: o envio é feito por MMS (mensagem multimídia).
O primeiro passo é ativar o endereço de e-mail para envio da mensagem junto ao site do YouTube (antes disso, é claro, é preciso ter uma conta no YouTube). É só preencher alguns detalhes, como o título e as características do vídeo a ser enviado, e ao final do processo será criada uma conta para envio de vídeos de seu celular, com um endereço de e-mail exclusivo pelo qual você deverá enviar o seu vídeo. Depois, basta escolher um vídeo já pronto no celular, incluí-lo numa mensagem multimídia, e enviar para o e-mail fornecido pelo YouTube. Se a opção correspondente for escolhida no site do YouTube, ainda no computador, você poderá receber uma mensagem de confirmação no celular certificando que o upload do vídeo foi feito com sucesso. Depois é só esperar os trâmites de conversão do vídeo (do formato do celular para o formato padrão do YouTube – a parte mais demorada do processo), e, pouco tempo depois, o vídeo feito na câmera do celular irá aparecer em sua conta do YouTube. Aí é só copiar o endereço, assistir até cansar, divulgar para os amigos, e ainda aproveitar para publicar na parte de vídeos do Orkut (!).
Este é o vídeo que usei como teste. Gravado e editado no celular, enviado por MMS para o YouTube. Preço total da operação: R$0,60.
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terça-feira, 9 de janeiro de 2007
You Tube fora do ar
Tirar o YouTube do ar no Brasil por causa da Cicarelli é a mesma coisa que culpar o entregador de pizza porque a pizza veio errada. Será que o problema não ocorreu lá na pizzaria, ainda na cozinha, ou talvez na distribuição? O vídeo objeto da controvérsia não está disponível apenas no YouTube. Há outros sites de vídeos. E há outros vídeos no YouTube. Numa analogia bastante forçada, seria o mesmo que tirar toda a Rede Globo do ar porque foi veiculada uma cena muito pesada na novela das oito. Ou, pior: tirar a Globo do ar por causa de uma determinada imagem, mas que também foi veiculada em todas as emissoras. Absurdo. Na tevê não tirariam uma emissora do ar. Por que na Internet haveria de ser diferente?
A atitude, em blogs de outros países, está sendo comparada à censura que o Google exerce/tolera/consente em países como a China.
Pergunta cretina: a culpa é da Cicarelli, do paparazzi, das pessoas que colocaram o vídeo no ar, das pessoas que não contiveram sua curiosidade mórbida e assistiram o vídeo, do YouTube, ou de todos?
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